O que o filme “Um senhor estagiário” pode te ensinar?

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Confira o nosso primeiro post da nossa série de filmes imperdíveis para assistir enquanto se estuda para a OAB e se liga na dica da prof. Grace Kellen, vinculando a paixão pelo direito empresarial.

Primeiro, caso você ache que olhar filmes é perda de tempo, aprenda que filmes e séries são muito úteis para percepção crítica e criativa de todos nós.

Segundo, caso você esteja pensando “o que essa professora de Direito Empresarial está fazendo nesse blog dando dicas de filmes e livros?”. Genteeeeem, não estou trazendo dicas de filmes e livros, tão somente. Estou entregando um pouco de sugestão de vida [e acho que posso dar sugestões, porque de ‘viver’ eu entendo – rindo muito!]. Vejam assim.

Recadinhos iniciais dados, vamos ao filme.

Sobre o filme: ‘UM SENHOR ESTAGIÁRIO’

Eu demorei muito para assistir esse filme, mas fiquei muito impressionada com sua qualidade e suas lições.

O filme passa quase inteiro numa empresa de e-commerce, a ‘SobMedida’ [nem preciso dizer que essa parte me fez visualizar o mundo do Direito Empresarial e mostrar claramente o que venho dizendo acerca das novas formas de atividades econômicas], porque a empresa é formada por jovens, super conectados e com posicionamentos descolados. Inclusive por parte da jovem executiva e empresária, Jules Ostin (Anne Hathaway).

A empresa adere ao projeto estagiários seniores, incluindo na equipe estagiários aposentados, o que garante ao filme o toque especial e necessário para ganhar o público. Um dos aposentados é Ben Whittaker (Robert De Niro), que além de ser persistente, é super proativo, o que faz com que no decorrer do filme até esqueçamos dos seus 70 anos.

Jules, é o contraponto do filme, uma jovem mulher, na frente de uma empresa que atinge resultados nunca imaginados e tem a gerência de mais de 200 pessoas, mãe e com problemas familiares [também não preciso dizer que me identifiquei nessa parte do filme, salvo pelo fato de não ser mãe – risos].

O filme retrata bons exemplos de liderança, empreendedorismo, política empresarial e feminismo. Mostra boas lições de vida e de amor [próprio e com terceiros].

A liderança retratada por Jules mostra uma proximidade dela com seus colaboradores, bem como sua participação na linha de produção. Em uma das passagens, a empresária atende o call center, em outro momento ela mostra como a embalagem deve ser feita. Não tem problema em pedir desculpas, de ouvir críticas, receber sugestões e fazer elogios.

Ben, por sua vez, não se cansa de nos mostrar lições ‘de’ e ‘para’ vida, em especial por não desistir e por espalhar amor no que faz e pelas pessoas. Os jovens do filme, por sua vez, são uns queridos, que sofrem os dilemas da juventude, mas são abertos, sem preconceitos e colaborativos.

Percepção sobre o filme

Sim! Eu amei o filme.

Inclusive na parte que ele mostra a triste realidade feminina de quem se destaca no trabalho e precisa conciliar carreira de sucesso, vida pessoal, angustias, dificuldades, necessitando sim conviver com o machismo velado e escancarado da nossa sociedade.

Depois de tudo isso, caso você ainda não tenha assistido esse filme, ache um tempinho, sozinho ou quem você gosta, faça uma pipoca e curta o momento. Depois nos conta aqui.

Já assistiu? Conta nos comentários o que achou e deixe sugestões de filmes. Queremos saber.

Bjos de luz!

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Por Equipe de Conteúdos CEISC

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