No Blog OAB na Veia você encontra diversos conteúdos sobre a 2ª Fase da OAB, que irão ajudar você na hora da prova! E, ainda, tira todas as suas dúvidas sobre qual área seguir. Você irá aprender a revisar conteúdos, a fazer remissões e marcações no seu Vade Mecum e, também, a estruturar a peça ideal na hora da prova! E, para conseguir estudar a tempo, leitores do OAB na Veia são capazes de montar seu próprio planner de estudos! Além disso, você fica por dentro de todas as novidades da banca FGV. Portanto, enfrente a 2ª Fase da OAB com muitas dicas de estudos e conteúdos gratuitos conosco!

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Rumo à aprovação: como estudar para a segunda fase da OAB

Passada a euforia da aprovação na primeira fase, é hora de se dedicar à próxima etapa para que a comemoração seja completa. A prova da segunda fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) consiste da redação de uma peça processual (5 pontos) e na resolução de quatro questões dissertativas (1,25 ponto cada) da disciplina escolhida pelo candidato. Para ser aprovado, é preciso fazer 6 pontos.

E como estudar para a segunda fase da OAB de forma a garantir a aprovação? Continue a leitura e saiba mais!

Faça simulados

Participar de simulados é fundamental para se familiarizar com o estilo da prova e se acostumar à resolução de questões. Além disso, é nesse momento de prática que podem surgir dúvidas, tanto em relação ao conteúdo quanto a questões pontuais, como se é preciso saltar linhas entre endereçamento e qualificação ou o que fazer se errar uma palavra.

Os simulados podem conter questões preparadas pelos cursinhos, mas é essencial incluir perguntas de edições anteriores. Afinal, são elas que dão um panorama melhor sobre o que é a prova e como a banca costuma exigir o conhecimento do assunto.

Outro ponto fundamental na resolução de simulados é se dedicar igualmente à peça processual e à resolução das questões. Isso porque é preciso pontuar em ambas para alcançar a aprovação, dada a distribuição dos pontos. Por isso, não é interessante negligenciar as perguntas em detrimento da petição.

Uma dica interessante para a solução de simulados é monitorar o tempo, já que muitos candidatos têm dificuldade com esse aspecto e acabam por entregar a prova com algum item em branco. Além disso, o ideal é fazê-lo à mão para ter agilidade e fluidez na escrita e, ainda, aprender a respeitar as margens e o espaçamento.

Esteja com o Vade Mecum

Ter o Vade Mecum na prova pode ajudar muito o candidato na resolução das questões, já que é ele que traz o fundamento legal para ser usado nas respostas e na peça processual. Por isso, é essencial adaptar-se a ele, aprender a folheá-lo com rapidez e a buscar as leis e súmulas com facilidade. O momento da prova não é o ideal para conhecê-lo: isso deve ser feito durante os estudos.

Estude por materiais atualizados

As constantes alterações no ordenamento jurídico brasileiro, bem como nos entendimentos jurisprudenciais transformados em súmula pelos Tribunais Superiores, não podem ser um problema para o candidato, até porque ele precisa lidar com isso em sua vida profissional.

O importante é estudar por materiais atualizados. Isso vale tanto para o Vade Mecum quanto para os livros, as apostilas e as súmulas dos Tribunais Superiores usados nos estudos. Manter-se atualizado é fundamental, já que as mudanças legislativas e jurisprudenciais são cobradas com frequência.

Faça um bom curso preparatório

Aprender com professores competentes e material atualizado e específico para o exame da OAB é a melhor forma de se preparar para ela. O ideal é priorizar um curso que ofereça um bom plano de estudo, resolução de questões e revisão da prova. Esse estudo orientado é essencial para a aprovação.

Agora que você sabe como estudar para a segunda fase da OAB, é só colocar essas dicas em prática para garantir a aprovação. Quer entender que tipo de curso pode ajudá-lo? Entre em contato conosco agora mesmo!

Aprenda a escolher o Vade Mecum ideal para as suas necessidades

Para os advogados, em especial aqueles recém-formados, existe um livro de suma importância: o Vade Mecum. E ele é fundamental não só para o exercício profissional, mas também para quem deseja passar nas provas da OAB.

Na verdade, não se trata de um livro único com esse título. “Vade Mecum” é uma expressão latina (e expressões latinas é o que não falta em Direito) cujo sentido é “Vai Comigo”.

Trata-se, portanto, de um manual de ciências jurídicas que serve para se consultar na hora de resolver questões. Uma fonte de estudo prática e resumida para quem vai fazer provas da OAB e concursos na área de Direito.

Existem muitos exemplares de Vade Mecum, então, na hora de decidir o seu, é importante considerar alguns pontos para acertar nessa escolha. E é disso que trataremos neste post! Confira:

O mais barato pode não ser o melhor!

É importante que você adquira um manual de boa qualidade. Por isso, nem sempre o preço mais baixo pode ser o critério de compra. Não seja muito econômico nesse caso — afinal de contas, se você pagar caro pelo Vade Mecum, mas tiver acesso aos principais conteúdos e conseguir passar no exame da OAB ou em algum concurso muito disputado, certamente sairá lucrando!

A importância de um material atualizado

A legislação brasileira sofre mudanças constantes. São diferentes áreas que recebem ajustes e assim surgem novas normas, regulamentos, decretos-lei e assim por diante. Por isso, é importante comprar um manual atualizado. Uma sugestão é: compre os manuais publicados a partir de 2018.

Nada impede que você adquira um livro mais antigo, mas esteja ciente dos riscos que corre. A melhor recomendação é adquirir o material mais atualizado, que contempla as últimas mudanças e garante que o estudante não vai cometer erros devido a informações ultrapassadas.

Lembre-se de que, desde 2014, surgiram o Novo Código do Processo Civil e a Reforma Trabalhista. Portanto, usar um material de 2013, por exemplo, significa ficar especialmente desatualizado sobre esses temas.

As diferenças entre o compacto e o completo

Algumas pessoas não recomendam a compra de um manual compacto, preferindo sempre o completo. E, se for para estudar para provas, talvez seja mais recomendável comprar mesmo o completo e reduzir os riscos.

Para se decidir entre o compacto ou o completo, considere pontos como referências e índices remissivos. As editoras costumam lançar seus manuais sempre “referenciados”, logo, uma olhada nas referências pode ajudar a escolher aquele que está mais bem embasado em fontes confiáveis.

Os índices remissivos geralmente são similares entre os dois tipos, de modo que é importante avaliar as palavras-chaves mais intuitivas e reveladoras. Observe ainda a Legislação Complementar, a seleção que o organizador do conteúdo considerou como importante para ser colocada no livro. O Vade Mecum compacto costuma apresentar menos Legislações Complementares.

A finalidade do Vade Mecum

Se a finalidade da compra é estudar para passar na OAB, prefira os manuais específicos para isso, como “Vade Mecum para OAB” (ou para OAB e Concursos). Se o foco for uma carreira específica ou o trabalho, também existem manuais destinados a esse objetivo, como os de jurisprudência, os de magistratura ou os policiais.

Sobre os manuais completos, a Legislação Complementar tende a pender para uma área específica, como cível, penal ou trabalhista — aí dependerá da área em que o profissional atua ou da disciplina que mais pesará para fazer as provas.

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